segunda-feira, 21 de junho de 2010


Ela se sentia sozinha, como se tudo a sua volta não importasse.
Ele é sua base, seu chão. Naquele momento era como se o silêncio doesse mais que suas duras palavras.
Ela ouvia sua respiração e seu choro mudo, e se sentia mal, por que sabia que era sua culpa. Ele não suportava mais suas ações impensadas e seu jeito de sempre achar que está certa.
Ela se sentia mal, mas, por dentro, saturava-se de uma raiva corrosiva. Por que ele tem que fala assim?
Antes de desligar o telefone ele disse "Só me liga quando tiver algo pra solucionar o problema. Espero que seja logo..."
Ela parou, sentou no escuro e chorou. Estava sozinha, e ainda, com o telefone na mão.
Ligou para seu principezinho. "Eu te amo!"
Ele sorriu. Como ela pode ser tão boba (?), depois de eu ter sido tão mal ela me fala isso?!
O sorriso dele, para ela, era doce.
"Boa noite Princesa. Te amo."
Tutututu...

- Ela é inacreditável -

"Adeus"


Sophie acordou e foi vê-lo. Pra qualquer outro aquilo seria inútil, ou banal, mas, para ela, observá-lo era mágico. Aquele homem que ela conhecia tão bem (até mais do que ele podia imaginar), naquele momento parecia um menino o qual ela podia consolar ou magoar com o mínimo ato.

Ao dormir ele sorria, e com isso, suas bochechas formavam covinhas, nas quais, ela se perdia sem o menor pudor. Sorria como se sonhasse com anjos (ou rodas de break). Sorria como se naquele momento sonhasse com ela, porém nem mesmo imaginava que ela o observava.
Por mais que sua vontade fosse tê-lo naquele momento, ela sabia que não podia o ter por completo. Então, apenas o beijou suave e tentou expressar num pequeno papel sua tristeza em partir.

Ele não a via, mas a sentia (era como se fossem duas partes de um só corpo).

Ela se foi com um pesar imenso. Como se ao fechar a porta aquele sorriso dominasse suas lembranças.

Através da porta ele a viu partir. Mas não dispertou, para que ela não voltasse e com isso eles sofressem novamente com a despedida.

E ele disse para a porta "Tchau Pequena Princesa."

Ele chorou sem saber que do outro lado da porta ela fazia o mesmo.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Elle-même


Ela está usando um uniforme de basquete do qual vive reclamando por não deixá-la sensual, mas que veste com orgulho, com aquele 28 enorme nas costas, mesmo que toda suada. E agora ela está sentada lá na arquibancada, com um pirulito amarelo com um gosto provavelmente tão bizarro que faria uma certa amiga dela, bem baixinha, contorcer o rosto de nojo. E também está rindo, talvez pensando no comentário de uma amiga só meio tarada se a visse ali, chupando um pirulito amarelo com seu uniforme de basquete, de mãos dadas com seu namorado.

Ass.: Petit

Larme

Ela tentava falar sobre uma ferida que parecia-lhe já estar fechada. Não que aquilo fosse indiferente para ela, mas, com ele, ela não se importava - afinal ele era sua base. Porém, sem ele, aquilo doia (doia de uma forma que ela nunca imaginou). Ela se sentia culpada, pois jurou para seu amor que aquilo não à atingia, que seria esquecido, pois suas vidas começaram no dia 31/12/2008.
A culpa foi dela (daquela pequena ninfomaníaca que a fez falar), aquilo não existiu, foi tudo um pesadelo, como aqueles que ela tinha e ia pedir colo para seu amado. Decidiu. Tudo não passou de um pesadelo. Um terrível pesadelo. Ela tinha certeza que a expressão "fazer amor" se resumia aquela plenitude que ele a proporcionava, e nada, absolutamente nada mais. Mas aquelas lágrimas (e todas as outras) não foram pesadelo, pelo contrário, foram reais demais e não eram suaves e quentes, como água, eram duras e cortantes, como gelo. Doiam. Machucavam.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

" Apenas o essencial "

My petit mandou que eu me apresentasse, aqui estou eu uma menina que não tem a mínima idéia de quem é, que nem sabe se resumir em palavras.

[como diria meu "pequeno príncipe" vou informar apenas o essencial

Bom, eu adoro pular em poças, brincar de pique, jogar basquete, ler, dançar, comer chocolate, ser do contra, estar certa, ficar com as amigas, correr atras de borboletas, minha cor preferida é amarelo e, mais que tudo isso, amo ficar com um tal de Pirulito....



essa sou eu, e avisarei logo não sou nenhuma escritora genial.